Pesquisar

M u l t i f a c e t á r i a

Escritos, Sons, imagens e outras experiências de Brenda Mars

11ª mesa de Poesia Visual Contemporânea será 5 de julho no Rio de janeiro

01 - Brenda Marques Pena - Mesa-redondaCartaz

 

Acontece no Centro Cultural Justiça Federal – CCJF em 05 de julho de 2018 na Sala de Leitura, a 11ª mesa-redonda Poesia Visual Contemporânea, como parte da programação de atividades da exposição itinerante e retrospectiva “CONVERGÊNCIAS | A Poesia Visual de Tchello d’Barros” com curadoria de Sady Bianchin e texto crítico de Almandrade. Além dos poetas participantes desta edição da mesa, Brenda Marques Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani, o encontro contará com Sady Bianchin como debatedor. Haverá performance de Gringo Carioca, poesia sonora com a intervenção licantrópica de Laffayete Alvares Jr e lançamento do livro Juras Secretas, de Artur Gomes. Com apresentação de Jorge Ventura o encontro tem a curadoria e coordenação de Tchello d’Barros e conta com as parcerias do jornal literário Plástico Bolha, da zine-revista Alfarrábios, da assessoria Domínio Fotográfico e Museu da Poesia Visual.

SOBRE AS MESAS REDONDAS DE POESIA VISUAL

As mesas-redondas “Poesia Visual Contemporânea” tem o propósito de reunir autores, críticos, teóricos, editores, professores, jornalistas culturais e interessados em geral para discutir aspectos atuais da produção nacional e internacional da Poesia Visual. São realizadas desde 2013 e já passaram por 10 instituições culturais, nos Estados de RJ, PR, SC, BA, RS, AL e DF por ocasião das itinerâncias da exposição “Convergências”, em curadorias de exposições coletivas e participação em congressos literários e feiras do livro. Já foram homenageados os poetas visuais Almandrade, Hugo Pontes, Joaquim Branco, Ronaldo Werneck, Phyladelpho Menezes (I. M.) e Wladimir Dias-Pino. Sem patrocínio, esse conjunto de ações tem na Internet seus desdobramentos com obras, textos e fotos no Facebook, via comunidade internacional Museu da Poesia Visual | Visual Poetry Museum.

De acordo com o escritor e artista visual Tchello d’Barros, que já realizou as curadorias nacionais e internacionais de Poesia Visual “Visagens”, “Miragens”, “Mirações” e “Imagética”, os encontros visam “discutir os possíveis caminhos deste segmento na atualidade, bem como situar essa produção geralmente experimental, numa era onde somos cotidianamente expostos por turbilhões de imagens da indústria cultural em nossa sociedade de massa. O poema visual, sendo um sobrevivente de nossa turbulenta passagem para a pós-modernidade, abriu seu espaço na era digital, cruzou a linha do novo milênio e chegou aos nossos dias reinventando-se sempre mais, transgressor, crítico e político. E não veio apenas para ficar, mas para ampliar seu arco temático, seja pela crítica mordaz nas abordagens dos grandes temas da humanidade, desde tensões geopolíticas, desníveis socioeconômicos, as relações humanas, até aspectos inusitados do cotidiano. Num período onde a Poesia Visual já consolida seu legado em livros didáticos e conquista espaço em ementas de cursos de Literatura, pesquisas acadêmicas e até mesmo no colecionismo do mercado de arte, estes encontros partem do princípio de que realizar exposições, produzir publicações e provocar discussões podem também ser formas de oportunizar mais opções de acesso à Poesia Visual, seja para quem quer alimentar esse sistema com suas criações, seja apenas para quem deseja fruir da poesia em todas as suas vertentes.”

PROGRAMA

18:30 h – Galeria de Arte do 1º Andar
– Ponto-de-encontro na exposição “Convergências” c/ sessão de foto/vídeo, entrevistas etc.
19:00 h – Sala de Leitura do 2º Andar
– Performance “Entre”, c/ o poeta visual Gringo Carioca.
– Apresentação poética c/ o poeta Jorge Ventura.

19:15 h
– Mesa-redonda c/ os poetas Brenda Marques Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani, o poeta Sady Bianchin como debatedor e mediação de Tchello d’Barros.

20:15 h
– Poesia Sonora: intervenção licantrópica “O Uivo”, c/ o músico Laffayete Alvares Jr.

20:30 h
– Lançamento de livro: sessão de autógrafos do livro “Juras Secretas”, c/ o poeta Artur Gomes.

SERVIÇO
Quê: 11ª Mesa-redonda ‘‘Poesia Visual Contemporânea’’
Data: 05.Jul.2018 – Quinta-feira
Horários: 18:30 h – Ponto-de-encontro na exposição “Convergências” na Galeria de Arte do 1º Andar.
19:00 h – Mesa-redonda na Sala de Leitura
Local: Cultural Justiça Federal – CCJF
Av. Rio Branco, 241, Cinelândia. Centro, Rio de Janeiro, RJ
Curadoria e Mediação: Tchello d’Barros
Ingresso: Entrada Franca / Lugares Limitados

Exposição: até 08.Jul.2018 c/ visitação de terça a domingo das 12 as 19h.

Mais informações: tchellodbarros@yahoo.com.br
(21) 3261 2550 ccjf@trf2.jus.br
Rio de Janeiro, RJ

Anúncios

Ablusadas no BB Seguros Blues Festival

AblusadasBlues

Esta semana recebemos a notícia de que vai ter Ablusadas no Festival BB Seguros de Blues e Jazz. Este projeto que só tem mulheres da música é incrível e eu tenho muito prazer de fazer parte. Quem tem ido aos shows curte bastante, para quem não conhece ainda, vai lá na nossa página facebook.com/ablusadas, confira uns vídeos que postamos e claro, reserve na agenda o dia 10 de junho,meio dia para prestigiar nosso show na Praça JK, em Belo Horizonte. O sol de outono vai brilhar mais forte ao som das Ablusadas e pra fechar o festival, Hermeto Pascoal mostra toda a sua genialidade….
 HermetoPascoal

O gênio da música brasileira Hermeto Pascoal estará no Festival BB Seguros de Blues e Jazz em Curitiba (26/5) e Belo Horizonte (10/6). Prepare-se para curtir um dia incrível com a família e os amigos! Entrada Franca! #festivalbbseguros

Convergências entre Poesia Visual e Sonora 25 de junho

Convergencias_TchellodeBarrosEstá confirmada a minha participação  no  próximo mês na exposição Convergências, de Tchello d´Barros. Na segunda-feira, 25 de junho, estarei no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Justiça Federal – CCJF participando de uma  em uma mesa-redonda sobre “Poesia Visual Contemporânea”. O debate será comigo (Brenda Mar(que)s Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani.

A exposição abre em 08 de maio de 2018 nas galerias do 1º andar, a exposição itinerante de poemas visuais “CONVERGÊNCIAS | A Poesia Visual de Tchello d’Barros”com curadoria de Sady Bianchin e texto crítico de Almandrade. Em 05 de junho haverá uma visita orientada e em 25 de junho haverá a mesa-redonda “Poesia Visual Contemporânea”, com Brenda Marques Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani. No evento de abertura estarão disponíveis as recentes edições do jornal literário “Plástico Bolha” e da revista/fanzine “Alfarrábios”, que tem dado espaço p/ a Poesia Visual.

Convergências” é um projeto multimídia que apresenta a produção em Poesia Visual de Tchello d’Barros em diversos suportes como Livro, Blog, Vídeo, Instalação, Internet, Projeções em espaços públicos e esta exposição física, cuja itinerância por capitais brasileiras já passou por PB, AL, ES, PA, RS, MG, SC, BA, PR e DF, por enquanto. A mostra apresenta uma seleção retrospectiva de trabalhos criados ao longo de duas décadas. Séries de obras complementares, como os Poemínimos, Ideogramas Ocidentais, Alfabetos Criptográficos e Escritas Assêmicas terão projeção contínua no espaço expositivo.

EXPOSIÇÃO NO RIO 

Quê: Exposição de Poesia Visual ‘‘Convergências’’
Quem: Artista visual Tchello d’ Barros (RJ)
Data: 08 mai 2018 às 19 h terça à domingo das 12 às 19 h.
Visitação: 09 mai à 08 julho
Visita orientada: 05 de junho às 14 h
Mesa redonda: 25 de junho às 19 h
c/ Brenda Marques Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani
Local:  Centro Cultural Justiça Federal – CCJF
Galerias do 1º andar. Centro, Rio de Janeiro / RJ
Curadoria: Sady Bianchin (RJ)
Texto crítico: Almandrade (BA)
Ingresso: Entrada Franca

 

Imersão Latina lança dois álbuns internacionais

residenciaimersaolatina1

Projeto  Residência Imersão Latina conecta sete países latinoamericanos em Belo Horizonte

https://imersaolatina.bandcamp.com/

Frutos de residências artísticas em Belo Horizonte, estão disponíveis os discos “Seamos Canción” e “Força da Paz” que contam com compositores e músicos do Chile, Colômbia, México, Uruguai, Peru, Argentina e Brasil.

 

Escute também no Spotfy:

Organização: Imersão Latina e Embaixada Cultural
Produção: Brenda Marques, Paula Kimo e Gabriel Murillo

MULHERES NO MUSEU

O Museu de Arte da Pampulha será palco no próximo sábado de show das Ablusadas, com dança, performances poéticas e exposição fotográfica

O Museu de Arte da Pampulha, A Fundação de Cultura de Belo Horizonte e a Prefeitura abrem as portas do museu esta semana para uma programação totalmente protagonizada por mulheres.
Em comemoração ao dia internacionaldas mulheres, artistas de diferentes segmentos das  artes se reúnem para fazer um sábado de encontro artístico aberto ao público. Para esta verdadeira festa feminista, se juntam: Ablusadas, Be Hoppers, Manifesto 1, Dj Ana Bolena, Débora Coimbra e Vênus Stradioto, do Coletivo Dissemina, Brenda Marques com o poema processo Ritual da Mulher Poliglota,  Luiza Alvarenga e Natália Nogueira da Manifesto 1.
Toda a produção foi realizada pela banda Ablusadas que reúne na formação cinco musicistas: Roberta Magalhães (vocalista), Brenda Marques (baixista), Débora Coimbra (baixista), Mel Martins (guitarrista) e Milena Zannini (simulador de piano). E que para este show conta com as participações dos metais de Mi Maravilha, no trobone e Lidiane, no sax alto.

Depois de fazerem participações no Festival Divas Acusticamente Blues e no Festejo Blues, organizado por anualmente pelo produtor por Aristóteles, do projeto Horizontes Blues e de algumas canjas no Rec Bar, a Ablusadas estreia neste show com um repertório que mescla música autoral com releituras de cantoras do blues e do jazz.

O evento é gratuito, mas foi criado um crowndfound na plataforma Kickante e quem colabora recebe ótimas recompensas: https://www.kickante.com.br/campanhas/ocupa-museu-mulheres-0

Programação:

Por Ivana Almeida

Exposição de Ivana Almeida

14h – Dj Ana Bolena e lançamento da exposição de fotográfica com intervenção da artista Ivana Almeida.
15h – A Mulher Poliglota – performance de poesia com Brenda Marques.
16h – Coletivo Dissemina – Performance musical e poética com Débora Coimbra e Vênus Stradioto.
17h – Dança das meninas do Be Hoppers, com número especial para o dia da mulher.
18h30 – Show de Estréia da banda Ablusadas – Mulheres do Blues, com participação especial de:
Mi Maravilha no trombone e Lidiane no sax alto
Performances blues com Luiza Alvarenga e Natália Nogueira da Manifesto 1
Dança: Be Hoppers, com swing jazz.

Vídeos:
Ablusadas: https://youtu.be/oh6WhzBnwIo
Be Hoppers: https://youtu.be/1sqcuC-qYsM

Manifesto 1: https://youtu.be/INgZ8m5z7ig

Serviço:
Mulheres no Museu
Show das Ablusadas com
Música, Poesia, Fotografia e Dança
10 de março de 14h às 19h
Local: Museu de arte da Pampulha
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16585 – Pampulha
Entrada Franca

Conto Destaque Sem Fronteiras

Dia 27 de fevereiro recebi homenagem literária na Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelo conto “Manuel Poente e Evelyne de Esperança Nascente” publicada no livro Sem Fronteiras Pelo Mundo, volume 3. #SemFronteiras

Compartilhei no facebook e atendendo a pedidos compartilho aqui o texto premiado.

Manuel poente e Evelyne de esperança nascente

Os raios solares aqueciam os tambores na manhã de um verão africano. A mesma
paisagem aquecia até a noite, quando as cores eram as mais belas que se podia ver em qualquer outra parte da abóboda celeste. Era a cor de Angola como uma gema de ovo saindo da clara e aparecendo a luz lunar em toda a sua magnitude! Não havia cenário mais lindo a se observar.

E foi neste lugar que me apresentaram um menino. O seu nome era Manuel, que me fez recordar uma canção de Lô Borges, músico integrante do Clube da Esquina, da minha querida terra das Minas Gerais. Quanta nostalgia!

Neste exuberante entardecer avistei Manuel em sua cadeira que girava, girava de uma
forma muito singular. De repente ele chegou perto de mim e falou aos meus ouvidos:

– Quer ouvir uma canção que aprendi?

Então ele começou a cantar uma música tão linda que sequer pude aprender a letra, mas a melodia era doce e fazia meus ouvidos dançarem como ao som de uma zabumba e sanfona, num devaneio só.

Este mesmo Menino Angola, lembrou-me outra canção da Menina do Céu que cantava a
viagem de um violeiro mirim em seu ritmo dançante. E entre os versos dizia: “com tanto tempo perdido era melhor ser feliz”!

Ficou na minha memória aquela alegria de ter conhecido realmente um Manuel Audaz, que girava em sua cadeira de rodas e cantava, enquanto na minha cabeça surgia a dúvida se a imagem mais bela era a do pôr-do- sol ou da paisagem sonora produzida por aquele menino em sua plena felicidade de maneira simples, sem pés para colocar no  hão, mas com um sorriso tão sublime que me fez viajar na sua canção. Angola lá, lá, lá, em um dia, uma tarde e uma noite de pura poesia!

Mais alguns quilômetros adiante, o Congo dividia Angola de Burundi, onde vivia uma
menina: a Eveline, que tinha pés, mas não tinha sapatos, nem cabelos, pois era costume as crianças ficarem carequinhas naquela região. Em comum Eveline e Manuel tinham o sorriso e o olhar encantador. Ela não sabia nenhuma canção bonita para cantar como Manuel, mas gostava muito de desenhar e era por meio de seus desenhos que ela contava como era a vida da comunidade dela. Ela vivia em um povoado de poucos carros, mas de muitos milharais, pois o que mais plantavam por ali era milho. Usava um vestido amarelo da cor do Sol quando a conheci. Vivia em um dos países mais pobres do mundo, mas tinha uma riqueza de esperança que me contagiou desde o primeiro olhar.

E assim, levei desta viagem um coração palpitante por um novo tempo para a África e para mundo, um tempo em que as crianças cresçam e aqueçam a semente e façam brotar um mundo mais afetuoso!

Crônica de Brasília

Brenda_PsiuPoético1Não sou Nicolas Berh para escrever a Brasilíada, mas sem dúvida a lida que tenho com esta cidade se confunde com minha história literária. Comecei minha vida profissional na literatura aos 14 anos, publicando pela Revista Brasília, em 1995. A primeira publicação ninguém esquece. Esta foi fruto de um concurso nacional de crônicas que participei. Meu texto “Ônibus Maluco” foi destaque especial no certame e logo publicado. Lembro que a crônica falava do cotidiano de pegar ônibus e se deparar com pessoas de todo tipo, muitas vezes estigmatizadas e como naquele lugar como um micro sistema da sociedade, se reproduzem preconceitos. Lembro bem da frase de desfecho: “Pensava que eu era maluca, mas agora nem sei.” Este foi só o começo que seguiu com outras publicações de concursos e premiações principalmente com contos e poesias e assim eu e meus textos vamos correndo mundo…

Estranha esta relação que tenho com a capital federal, é como se a cidade envolta de burocracias despertasse em mim a antítese poética. Vivi por quase dois anos ali em 2006 e 2017, quando trabalhei no Cofecon – Conselho Federal de Economia como assessora de comunicação. Depois voltei em 2009 quando lancei na Biblioteca Nacional o livro “Poesia Sonora: histórias e desdobramentos de uma vanguarda poética” e o primeiro volume da antologia Nós da Poesia, que representam também dois novos começos: do primeiro livro de minha autoria publicado e do início do projeto Nós da Poesia que já está indo para o seu sexto volume, com tantas participações em Bienais e eventos literários diversos.

Foi em Brasília, que entre idas e vindas, vivi intensamente e de tal forma, que quando é hora de voltar, mesmo sendo por apenas um dia, logo meus nervos se afloram. Dá uma tensão no ventre, como se ele estivesse prenho, prestes a parir novas histórias. E assim foi nesta viagem recente, depois de quase uma década distante. O convite veio de Aroldo Pereira, organizador do Psiu Poético, salão de poesia que é realizado em Montes Claros, Minas Gerais por mais de três décadas. Cheguei para um dia inteiro de vivências poéticas e à noite performei no Sebinho poesia e sonoridades de Manos Pulsantes, projeto literário que produzi junto com o ítalo-argentino Giuseppe Camelia e logo ganhou também voz e som com Cláudio Carvalho, músico que musicou alguns poemas deste trabalho.

Mas antes mesmo da apresentação, já vivi momentos de plena poesia, quando conheci a poetisa e professora Marli Fróes em quem certamente encontrei no olhar uma nova parceria para minhas andanças poéticas. Juntos eu, ela e Aroldo fomos ao cinema ver Cora Coralina, um filme tão inspirador e tocante! E assim seguiu todo dia, até que ao anoitecer chegamos no Sebinho para uma verdadeira ocupação política de poetas. Fui então percebendo o quanto nas letras fomos oralizando nossas revoluções particulares em um coletivo de verberações por um novo tempo. Afinal, só com poesia se faz revolução!

Não faltou uma taça de vinho para fechar o dia brindando esta terça singular com paixão. Afinal, se tem algo que não pode faltar em uma revolução além de poesia é paixão, daquelas capazes de inflamar. Tem que ter fogo para queimar papéis e cerimônias, pois só queimando a burocracia vira fumaça, e, no lugar dela nasce espaço para a poesia e a paixão, que são combustíveis revolucionários.

De volta a Belo Horizonte nos ares escrevo, feito águia que tem que subir, subir, até alcançar a visão do todo na amplidão. E então percebo que estar apaixonado com a vida, com as pessoas e com as utopias, de forma intensa, é o que aquece minha escrita. E diante de tudo isto me pergunto: como escrever sem paixão?

 

Janeiro circulando com arte em Vitória e Brasília

FestivaldeartesAvalanche5E o ano tá só começando, com muita arte, paz e amor! Vou participar do Festival de Artes da Avalanche Missões nos dias 27 e 28 com contos e poesias dos meus livros Desnaturalizados, Manos Pulsantes e Nós da Poesia. Quem tiver dando rolê nas praias do Espírito Santo ou quem mora aí em Vitória, se programe, pois a programação tá recheada de coisas boas! E quase na sequência, dia 30 de janeiro estarei em Brasília participando do Pedaladas Poéticas com o pessoal do Psiu Poético. O evento será às 20h, na Sebinho Livraria, Cafeteria e Bistrô (Asa Norte Comércio Local Norte 406 Bl. C Loja – Asa Norte, Brasília – DF).

Rede das Manas #VamosJuntas

 

banner-violencia1
Novembro foi uma pulsão de várias energias: algumas muito ruins no início do mês, outras maravilhosas ao final. Senti na pele o que é ser roubada e depois o alento de receber solidariedade. Vivenciei experiências de violência que me despertaram ainda mais para um caminho mais coletivo.

Aprendi e vivi muito… Diante do vivido, mobilizei outras mulheres e juntas fizemos esta campanha que está no ar na Rede Minas. Ela foi ao ar no último sábado, 25 de novembro, dia internacional pela não violência contra às mulheres e segue na programação.

Neste mesmo dia estava em Ouro Preto fazendo uma cobertura do Fórum das Letras para o programa Agenda que pode ser conferido no https://www.youtube.com/programaagendatv.

Intensidade de sentimentos, intensidade de movimentos e o fluxo do vento corre agora pela paz…

Confira a campanha completa em:
http://redeminas.tv/rededasmanasrededasminas/

Este é o vídeo em que estou entre as manas…

 

Create a free website or blog at WordPress.com.

EM CIMA ↑