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M u l t i f a c e t á r i a

Escritos, Sons, imagens e outras experiências de Brenda Mars

Ablusadas agitam a cena de blues feita por mulheres

Banda se consolida como representante feminina do Brasil desse gênero musical

Texto por Brenda Marques Pena
Fotos por Diogo Dias Soares e Iana Domingos
Baterista, percussionista e jornalista fundadora del Instituto Imersão Latina
Artigo escrito para a revista Arte por Excelências

Pedindo licença para Blacanblus, uma das precursoras do blues latino-americano feito
por mulheres, estive em Buenos Aires com as Ablusadas durante o mês de dezembro para uma turnê que passou por cinco locais de shows conceituados da província de Buenos Aires, Argentina. O grupo que integro como baterista formado por oito integrantes instrumentistas e compositoras há cerca de um ano tem se consolidado como uma representante feminina da cena bluseira, pois ainda há poucas mulheres que se dedicam ao gênero no mundo, principalmente instrumentistas e um grupo exclusivamente formado por mulheres na cena é algo muito raro.

Na América Latina os movimentos de valorização das cena musical feminina vêm
ganhando força, principalmente pela mobilização das próprias artistas que se juntam para produzir e tocar. Com as Ablusadas têm sido assim, produzimos nosso próprio trabalho e trabalhamos muito para reunir um conjunto como o nosso e criar nossas próprias músicas. E o público tem respondido muito bem, tanto em Belo Horizonte, que é nossa origem, como em Buenos Aires, que sentimos como se fosse uma segunda casa, de tão bem recebida que fomos!

No primeiro dia que chegamos já visitamos o escritório do Ibermúsicas, localizado no
instinto Ministério da Cultura, que agora virou uma secretaria, devido a falta de visão do atual governo argentino do papel do Estado como fomentador cultural, o que tem infelizmente sido um movimento de políticos que tem assumido governos em várias partes da América Latina, inclusive no Brasil. Apesar disto, pelo menos alguns programas já consolidados continuam e o Ibermúsicas é um deles, que apoia artistas de vários países financiadores: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela e pela Secretaria Geral Ibero-americana.

dsc_6793Tocamos por cinco noites seguidas em espaços com características peculiares e a cada
experiência fizemos novos contatos e compartilhamos com outros artistas. A estreia das
Ablusadas em Buenos Aires, no dia 8 de dezembro foi muito especial, no Che Yo te Avisé, com a nossa participação na Fiesta LatinoAmericano de Blues, em que representamos o Brasil em um evento que contou também com o Sindicato Único del Blues, do Uruguai e o Blues del Sur, da Argentina. Depois fomos para Ramos Mejía onde apresentamos nossas músicas próprias e nos integramos com outros artistas em uma jam session, no Mr. Jones Blues Pub, a convite do produtor Rogelio Pablo Rugilo. O dia 10 foi um dos mais marcantes de nossas vidas, quando tocamos como convidadas com La Bomba del Tiempo, um grupo de percussão que faz todas as segundas-feiras uma verdadeira festa no espaço Konex, reunindo pelo menos 3 mil pessoas toda semana. Pude integrar tocando percussão com eles e apresentamos três músicas das Ablusadas: TPM, 3 da Manhã e Carro Velho. A energia trocada ali foi incrível e as batidas do coração ficaram aceleradas ao compartilhar com este grupo em um local tão especial, com pessoas incríveis e um público muito caloroso. Depois desta experiência fizemos um show bem intimista no Notorius, tradicional casa de blues e jazz portenha, onde fomos brindadas com a participação da pianista, cantora e compositora Anto Francesca. O fechamento da turnê foi no Bar en Vivo, na região de Palermo onde tocamos com a banda Destellados.

Alcançamos muitos espaços pelo pouco tempo que temos juntas, principalmente por
acreditarmos no potencial de cada uma das componentes, nos apoiarmos e superarmos os desafios juntas. Temos chamado a atenção de produtores, inclusive de festivais já consagrados como o BB Blues e Jazz, realizado em Belo Horizonte, em junho de 2018, que fomos a única banda local a se apresentar ao lado de artistas de renome nacional e internacional como Stanley Jordan, Hermeto Pascoal e Pepeu Gomes, assim como fomos convidadas pelo produtor Carlos Patrício Recalde para representar a cena de blues brasileira no 12º Festival Quito Blues, no Equador, em agosto de 2019.

Fomento à música

Para realizarmos uma viagem com uma equipe de nove pessoas: Brenda Marques Pena,
Débora Coimbra da Silva, Camila Barbosa Barreto, Lidiane Ferreira Nunes, Melina Simões Martins Ribeiro, Milena Zannini de Santo André, Michella Nascimento Maravilha e Roberta Magalhães Silva, integrantes das Ablusadas e ainda levarmos o produtor audiovisual Diogo Dias Soares para fazer os registros em vídeo e foto da nossa turnê, contamos com o apoio do programa Música Minas, que incentiva o intercâmbio cultural de artistas de Minas Gerais,

Estado em que vivemos. A partir de um edital que concorremos fomos contemplados.
O Música Minas é um programa criado há uma década, a partir da mobilização do
Fórum da Música, formado por artistas e organizações da sociedade civil e que foi abraçado pela Secretaria de Cultura de Minas Gerais, possibilidando o intercâmbio cultural e a troca de linguagens entre artistas, levando identidade musical dos músicos residentes no Estado de Minas Gerais, Brasil a todos os continentes.

Como parte do que propomos, além da realização dos shows em Buenos Aires, as
Ablusadas fará um evento de compartilhamento do vivido e com um show aberto ao público em Belo Horizonte neste ano, junto com as Meninas de Sinhá, um grupo formado só por mulheres, que resignificam suas vidas e da comunidade do Alto Vera Cruz a partir da música.

Sobre as Ablusadas

Ablusadas é uma banda de Blues do Brasil formada exclusivamente por mulheres. A proposta resgata o conceito popular dos anos 20 aos anos 50 de big bands, com a exclusividade de ser um octeto feminino. As Ablusadas hoje são: Roberta Magalhães (vocalista), Brenda Marques (Brenda Mars) (baterista), Débora Coimbra (baixista e backing vocal), Mel Martins (guitarrista), Milena Zannini (teclados e piano), Mi Maravilha (trombone), Lidiane Nunes (sax alto) e Camila Barreto (sax tenor). O repertório traz composições autorais de blues em português e inglês e também
releituras de clássicos do blues, do jazz e do rockabilly, fazendo um passeio desde a raiz do gênero até produções mais contemporâneas. Rendemos homenagens às grandes divas Etta James, Peggy Lee, Wynona Carr, Ella Fitzgerald, Nina Simone e Imelda May, sem deixar de lembrar de nomes do peso de Ray Charles e Screamin’ Jay Hawkins, entre outros grandes nomes do estilo.

Somos idealizadoras do projeto Mulheres no Museu, de protagonismo artístico feminino, que foi realizado em março deste ano, no Museu de Arte da Pampulha e participamos de vários festivais e eventos da cena blues e jazz da capital. Como única banda exclusivamente feminina da capital mineira representamos uma nova geração blueseira.
Apesar de ter apenas um ano de formação, as Ablusadas reúnem mulheres que já participam de outros projetos artísticos: Black Blues, Cáustica, Faca Amolada e as instrumentistas que tocam sopro integram uma banda tradicional de Santa Luzia. São musicistas que transitam também por outras artes como as artes visuais e poesia.
Atualmente estamos preparando um álbum com músicas autorais para lançarmos em 2019, sendo que dois singles deste trabalho já estão disponíveis em plataformas digitais.

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#TBT Lembranças do Underlab

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Esta foto tirada por minha amiga fotógrafa Ursula Bahia que também emprestou seu canto para uma das faixas deste projeto me lembra um momento muito especial que partilhei com Wilton Azevedo, na gravação da Badalada Final e Badalada Sonora, no seu estúdio Underlab em São Paulo/SP em 2007.  A partir desse trabalho fizemos apresentações muito marcantes para mim.

Wilton Azevedo foi um mestre e amigo e tanto que conheci quando estava fazendo mestrado pesquisando sobre Poesia Sonora. Este ano retomei os estudos no CEFET no programa de doutorado da pós-graduação em Linguagens e tem sido mais um mergulho profundo.

E dessas lembro de performances que fiz em 2017, que foi um ano muito intenso para mim e circulei bastante pelo Brasil e pelo mundo. Na época morava em Brasília e viajei por quase todos os Estados do país e também para para Chicago, Estados Unidos e Paris, França (primeira vez que pisei os pés no continente europeu).

Em fevereiro de 2007 estreamos com o trabalho Poe-Machine e apresentei uma performance poética hipermídia em parceria com o poeta Wilton Azevedo no Link Hall em Chicago e maio do mesmo ano no Divan Du Monde, durante o E-Poetry – Um festival de poesia com linguagem eletrônica.

Em 2008 continuei com esse processo e 2009 lancei o livro Poesia Sonora: histórias e desdobramentos de uma vanguarda poética. Agora estou pesquisando mais com o viés da geopoética e como se dá essa poesia sonora nas fronteiras de linguagens: de gênero, de etnias, de território, de línguas…nos atritos das artes, dos idiomas do corpo.

Ainda tenho alguns exemplares do livro para quem quiser adquirir comigo ou pelo site da editora:
http://www.tradicaoplanalto.com.br/livro-poesia-sonora.html

Aproveite para ouvir neste link alguns experimentos poéticos sonoros que gravei, tenho feito outros este ano que vão circular no meu novo projeto em processo: “Tzunâmica”.

11 de outubro estarei na FALARJ para palestrar e lançar livros pela AJEB

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As mulheres vão decidir quem assumirá a presidência do Brasil!

Mulherempoderada
 
Por Brenda Marques Pena
 
Para que cada uma veja nosso poder de decisão: dos 147,3 milhões de eleitores aptos a votar nas Eleições 2018, ao todo, são 77.337.918 eleitoras, o que representa 52,5% do total. Já o gênero masculino reúne 69.901.035 cidadãos, representando 47,5% do eleitorado.
 
Ou, seja, vote por você mesma, não porque algum homem te falou para votar em alguém, afinal, o voto é secreto e você não precisa revelar a ninguém em quem votou. Afinal, a violência contra as mulheres ocorre neste momento também, de imposições ideológicas muitas vezes, do coronelismo que ainda existe e de machistas que dizem imperativamente: vote em fulano!
 
Vamos ter que decidir! Grande parte do eleitorado indeciso é de mulheres e sabe o motivo? É que está realmente complicado escolher nessas eleições, mas para garantir que #elenão vença, temos que fazer uma grande frente para garantir que o Brasil não tenha um representante que desrespeita às mulheres e já fez apologias infelizes à tortura ao estrupo e é totalmente contra feministas e a diversidade.
 
Já li os planos de #MarinaSilva18, #Haddad13 e Manuela (que era minha candidata inicialmente, mas queria ver ela presidente e não vice) e agora lendo o programa do #CiroGomes12, verifico que as propostas dele para a cultura são muito boas. O programa afirma o PAPEL ESTRATÉGICO DA CULTURA PARA A IDENTIDADE NACIONAL.
Leia as propostas, independente em quem vai votar, é importante conhecer o que está posto para a construção de um país melhor, que não se faz com um milagre ou um salvador da pátria, mas com consciência e luta coletiva!
Leia também: Plano de Governo do Haddad e Manuela:
Diretrizes do Programa da Marina Silva
Voto-feminino1
Direito ao voto das mulheres no Brasil  foi alcançado em 1932

Entre o Samba e o Tango na Primavera dos Museus

Compartilho aqui convite da Regina Mello, diretora do MUNAP e meus escritos poéticos que integram a antologia Entre o Samba e o Tango.

No dia 21 de Setembro, dia da árvore, semana de Primavera nos Museus, vamos nos reunir na Dance Gallery, às 19 horas, para comemorar o lançamento da antologia Entre o Samba e o Tango.

Convidem a família, os amigos, venham com muito amor e criatividade, porque vai rolar muita poesia, música e dança. Muitos sorrisos, abraços e corações pulsantes aos passos do samba e do tango.

Conto com a presença de todos!

O meu carinho e gratidão de sempre!

endereço: R. Irmão Gonçalves Xavier, 82 – São Pedro, Belo Horizonte – MG

http://dancegallerybh.com.br/

Um forte abraço,

Regina Mello
diretora fundadora do MUNAP – Museu Nacional da Poesia

 

Los tacones del Cairo

Negros, rojos o brillantes como el sol los tacones
De las  mujeres tan distintas y de todas edades,
Variedad del deseo en pasos de tango
Dicen que es un ritmo porteño
Pero en Rosário se baila
Todos los martes con esta danza
Que hace del Cairo un lugar mágico
Donde se toma un café con milongas por la tarde
Y por la noche con un vinito afloran fantasías intocables…
Brenda Mar(que)s Pena
Carnaval poliglota
 
A saliva da pluriwoman nos aquece
vous êtes né à Paris ?
Connaissez-vous la tour Eiffel?
A Babel de nossos tempos de gente infiel
Feitiço ET fantasy que ninguém esquece.
She is really crazy, é vero!
Quem não ficará imune ao parlar
De la lengua roja Del Che?
Disse que passou por Guantánamo
Todos le dijeran: – Chica terrorista!
Ela nasceu no Brasil
e tem língua até nos quadris
Com os pés fala samba no Olodum
They say: “When Michael Jackson
came to Salvador
He have lost his nose
and got a really serious virus”.
O mundo ainda saberá dela em toda parte
Ela não rouba nada,
Só pede aquilo que a ela pertence:
Musiké: música, dança e poesia
de todos os povos, de qualquer arte.
Brenda Mar(que)s Pena

11ª mesa de Poesia Visual Contemporânea será 5 de julho no Rio de janeiro

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Acontece no Centro Cultural Justiça Federal – CCJF em 05 de julho de 2018 na Sala de Leitura, a 11ª mesa-redonda Poesia Visual Contemporânea, como parte da programação de atividades da exposição itinerante e retrospectiva “CONVERGÊNCIAS | A Poesia Visual de Tchello d’Barros” com curadoria de Sady Bianchin e texto crítico de Almandrade. Além dos poetas participantes desta edição da mesa, Brenda Marques Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani, o encontro contará com Sady Bianchin como debatedor. Haverá performance de Gringo Carioca, poesia sonora com a intervenção licantrópica de Laffayete Alvares Jr e lançamento do livro Juras Secretas, de Artur Gomes. Com apresentação de Jorge Ventura o encontro tem a curadoria e coordenação de Tchello d’Barros e conta com as parcerias do jornal literário Plástico Bolha, da zine-revista Alfarrábios, da assessoria Domínio Fotográfico e Museu da Poesia Visual.

SOBRE AS MESAS REDONDAS DE POESIA VISUAL

As mesas-redondas “Poesia Visual Contemporânea” tem o propósito de reunir autores, críticos, teóricos, editores, professores, jornalistas culturais e interessados em geral para discutir aspectos atuais da produção nacional e internacional da Poesia Visual. São realizadas desde 2013 e já passaram por 10 instituições culturais, nos Estados de RJ, PR, SC, BA, RS, AL e DF por ocasião das itinerâncias da exposição “Convergências”, em curadorias de exposições coletivas e participação em congressos literários e feiras do livro. Já foram homenageados os poetas visuais Almandrade, Hugo Pontes, Joaquim Branco, Ronaldo Werneck, Phyladelpho Menezes (I. M.) e Wladimir Dias-Pino. Sem patrocínio, esse conjunto de ações tem na Internet seus desdobramentos com obras, textos e fotos no Facebook, via comunidade internacional Museu da Poesia Visual | Visual Poetry Museum.

De acordo com o escritor e artista visual Tchello d’Barros, que já realizou as curadorias nacionais e internacionais de Poesia Visual “Visagens”, “Miragens”, “Mirações” e “Imagética”, os encontros visam “discutir os possíveis caminhos deste segmento na atualidade, bem como situar essa produção geralmente experimental, numa era onde somos cotidianamente expostos por turbilhões de imagens da indústria cultural em nossa sociedade de massa. O poema visual, sendo um sobrevivente de nossa turbulenta passagem para a pós-modernidade, abriu seu espaço na era digital, cruzou a linha do novo milênio e chegou aos nossos dias reinventando-se sempre mais, transgressor, crítico e político. E não veio apenas para ficar, mas para ampliar seu arco temático, seja pela crítica mordaz nas abordagens dos grandes temas da humanidade, desde tensões geopolíticas, desníveis socioeconômicos, as relações humanas, até aspectos inusitados do cotidiano. Num período onde a Poesia Visual já consolida seu legado em livros didáticos e conquista espaço em ementas de cursos de Literatura, pesquisas acadêmicas e até mesmo no colecionismo do mercado de arte, estes encontros partem do princípio de que realizar exposições, produzir publicações e provocar discussões podem também ser formas de oportunizar mais opções de acesso à Poesia Visual, seja para quem quer alimentar esse sistema com suas criações, seja apenas para quem deseja fruir da poesia em todas as suas vertentes.”

PROGRAMA

18:30 h – Galeria de Arte do 1º Andar
– Ponto-de-encontro na exposição “Convergências” c/ sessão de foto/vídeo, entrevistas etc.
19:00 h – Sala de Leitura do 2º Andar
– Performance “Entre”, c/ o poeta visual Gringo Carioca.
– Apresentação poética c/ o poeta Jorge Ventura.

19:15 h
– Mesa-redonda c/ os poetas Brenda Marques Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani, o poeta Sady Bianchin como debatedor e mediação de Tchello d’Barros.

20:15 h
– Poesia Sonora: intervenção licantrópica “O Uivo”, c/ o músico Laffayete Alvares Jr.

20:30 h
– Lançamento de livro: sessão de autógrafos do livro “Juras Secretas”, c/ o poeta Artur Gomes.

SERVIÇO
Quê: 11ª Mesa-redonda ‘‘Poesia Visual Contemporânea’’
Data: 05.Jul.2018 – Quinta-feira
Horários: 18:30 h – Ponto-de-encontro na exposição “Convergências” na Galeria de Arte do 1º Andar.
19:00 h – Mesa-redonda na Sala de Leitura
Local: Cultural Justiça Federal – CCJF
Av. Rio Branco, 241, Cinelândia. Centro, Rio de Janeiro, RJ
Curadoria e Mediação: Tchello d’Barros
Ingresso: Entrada Franca / Lugares Limitados

Exposição: até 08.Jul.2018 c/ visitação de terça a domingo das 12 as 19h.

Mais informações: tchellodbarros@yahoo.com.br
(21) 3261 2550 ccjf@trf2.jus.br
Rio de Janeiro, RJ

Ablusadas no BB Seguros Blues Festival

AblusadasBlues

Esta semana recebemos a notícia de que vai ter Ablusadas no Festival BB Seguros de Blues e Jazz. Este projeto que só tem mulheres da música é incrível e eu tenho muito prazer de fazer parte. Quem tem ido aos shows curte bastante, para quem não conhece ainda, vai lá na nossa página facebook.com/ablusadas, confira uns vídeos que postamos e claro, reserve na agenda o dia 10 de junho,meio dia para prestigiar nosso show na Praça JK, em Belo Horizonte. O sol de outono vai brilhar mais forte ao som das Ablusadas e pra fechar o festival, Hermeto Pascoal mostra toda a sua genialidade….
 HermetoPascoal

O gênio da música brasileira Hermeto Pascoal estará no Festival BB Seguros de Blues e Jazz em Curitiba (26/5) e Belo Horizonte (10/6). Prepare-se para curtir um dia incrível com a família e os amigos! Entrada Franca! #festivalbbseguros

Convergências entre Poesia Visual e Sonora 25 de junho

Convergencias_TchellodeBarrosEstá confirmada a minha participação  no  próximo mês na exposição Convergências, de Tchello d´Barros. Na segunda-feira, 25 de junho, estarei no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Justiça Federal – CCJF participando de uma  em uma mesa-redonda sobre “Poesia Visual Contemporânea”. O debate será comigo (Brenda Mar(que)s Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani.

A exposição abre em 08 de maio de 2018 nas galerias do 1º andar, a exposição itinerante de poemas visuais “CONVERGÊNCIAS | A Poesia Visual de Tchello d’Barros”com curadoria de Sady Bianchin e texto crítico de Almandrade. Em 05 de junho haverá uma visita orientada e em 25 de junho haverá a mesa-redonda “Poesia Visual Contemporânea”, com Brenda Marques Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani. No evento de abertura estarão disponíveis as recentes edições do jornal literário “Plástico Bolha” e da revista/fanzine “Alfarrábios”, que tem dado espaço p/ a Poesia Visual.

Convergências” é um projeto multimídia que apresenta a produção em Poesia Visual de Tchello d’Barros em diversos suportes como Livro, Blog, Vídeo, Instalação, Internet, Projeções em espaços públicos e esta exposição física, cuja itinerância por capitais brasileiras já passou por PB, AL, ES, PA, RS, MG, SC, BA, PR e DF, por enquanto. A mostra apresenta uma seleção retrospectiva de trabalhos criados ao longo de duas décadas. Séries de obras complementares, como os Poemínimos, Ideogramas Ocidentais, Alfabetos Criptográficos e Escritas Assêmicas terão projeção contínua no espaço expositivo.

EXPOSIÇÃO NO RIO 

Quê: Exposição de Poesia Visual ‘‘Convergências’’
Quem: Artista visual Tchello d’ Barros (RJ)
Data: 08 mai 2018 às 19 h terça à domingo das 12 às 19 h.
Visitação: 09 mai à 08 julho
Visita orientada: 05 de junho às 14 h
Mesa redonda: 25 de junho às 19 h
c/ Brenda Marques Pena, Igor Fagundes e Luiz Otávio Oliani
Local:  Centro Cultural Justiça Federal – CCJF
Galerias do 1º andar. Centro, Rio de Janeiro / RJ
Curadoria: Sady Bianchin (RJ)
Texto crítico: Almandrade (BA)
Ingresso: Entrada Franca

 

Imersão Latina lança dois álbuns internacionais

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Projeto  Residência Imersão Latina conecta sete países latinoamericanos em Belo Horizonte

https://imersaolatina.bandcamp.com/

Frutos de residências artísticas em Belo Horizonte, estão disponíveis os discos “Seamos Canción” e “Força da Paz” que contam com compositores e músicos do Chile, Colômbia, México, Uruguai, Peru, Argentina e Brasil.

 

Escute também no Spotfy:

Organização: Imersão Latina e Embaixada Cultural
Produção: Brenda Marques, Paula Kimo e Gabriel Murillo

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