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Esta foto tirada por minha amiga fotógrafa Ursula Bahia que também emprestou seu canto para uma das faixas deste projeto me lembra um momento muito especial que partilhei com Wilton Azevedo, na gravação da Badalada Final e Badalada Sonora, no seu estúdio Underlab em São Paulo/SP em 2007.  A partir desse trabalho fizemos apresentações muito marcantes para mim.

Wilton Azevedo foi um mestre e amigo e tanto que conheci quando estava fazendo mestrado pesquisando sobre Poesia Sonora. Este ano retomei os estudos no CEFET no programa de doutorado da pós-graduação em Linguagens e tem sido mais um mergulho profundo.

E dessas lembro de performances que fiz em 2017, que foi um ano muito intenso para mim e circulei bastante pelo Brasil e pelo mundo. Na época morava em Brasília e viajei por quase todos os Estados do país e também para para Chicago, Estados Unidos e Paris, França (primeira vez que pisei os pés no continente europeu).

Em fevereiro de 2007 estreamos com o trabalho Poe-Machine e apresentei uma performance poética hipermídia em parceria com o poeta Wilton Azevedo no Link Hall em Chicago e maio do mesmo ano no Divan Du Monde, durante o E-Poetry – Um festival de poesia com linguagem eletrônica.

Em 2008 continuei com esse processo e 2009 lancei o livro Poesia Sonora: histórias e desdobramentos de uma vanguarda poética. Agora estou pesquisando mais com o viés da geopoética e como se dá essa poesia sonora nas fronteiras de linguagens: de gênero, de etnias, de território, de línguas…nos atritos das artes, dos idiomas do corpo.

Ainda tenho alguns exemplares do livro para quem quiser adquirir comigo ou pelo site da editora:
http://www.tradicaoplanalto.com.br/livro-poesia-sonora.html

Aproveite para ouvir neste link alguns experimentos poéticos sonoros que gravei, tenho feito outros este ano que vão circular no meu novo projeto em processo: “Tzunâmica”.

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