rejeitoodiaquejaduraumanoO MAIOR DESASTRE AMBIENTAL DO BRASIL AINDA CONTINUA A ESPALHAR LAMA PELO RIO WATU – COMO É CHAMADO O RIO DOCE PELOS INDÍGENAS
Está fazendo um ano que a lama gerada pela ganância da Samarco (Vale/BHP Billiton) matou 19 pessoas, destruiu famílias, comunidades, o rio Doce e diversos ecossistemas, de Mariana ao Atlântico. E até agora os culpados não foram devidamente responsabilizados.

Não bastasse a impunidade, a mineradora trabalha para maquiar o estrago (deixando os rejeitos onde estão) e reiniciar suas operações utilizando o mesmo sistema de produção de rejeitos. Pior: com o apoio de autoridades do Poder Público.

Esta tragédia (hoje sabidamente anunciada) não é caso isolado. Nas últimas décadas, a cada dois anos houve um desastre de graves proporções com barragens de rejeitos em Minas Gerais. O estado possui centenas de barragens, sendo muitas vulneráveis. E o Poder Público continua a confiar o monitoramento ambiental às próprias empresas, e a licenciar novos empreendimentos em regiões já saturadas.

O modelo e a intensidade da mineração ameaçam populações e territórios em Minas Gerais. Além disto, hoje se sabe que onde há minério de ferro há água de qualidade, recurso vital cada vez mais escasso e estratégico. E que já passou da hora do estado buscar alternativas econômicas à exportação de commodities.

Por isso, nestes 4 e 5 de novembro, nos reuniremos em Belo Horizonte, capital sede das principais decisões e medidas de legitimação de atrocidades ambientais, para REJEITAR o modelo de ATRASO E DEPENDÊNCIA econômica vigente, para HOMENAGEAR AS VÍTIMAS humanas e não humanas do desastre e EXIGIR JUSTIÇA JÁ!

Participe você também desta vigília:

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Programação REJEITO
SEXTA 04 de NOVEMBRO
Praça da Liberdade
• 19h
Ato sonoro.
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• 19h15
Cruzes e Velas,
Músicas de Makely Ka.
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• 19h30
Palestras
— Jesus Rosário Araújo —
Presidente da Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais.
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— Maria Teresa Corujo (Teca) —
Movimento pelas Serras e Águas de Minas (MovSAM)
Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela.
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— Denise de Castro Pereira —
Professora da PUC-Minas, Pesquisadora de Conflitos na Mineração.
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— Paulo Rodrigues —
Geólogo do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) e integrante do Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela e do MovSAM.
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— Juliana de Souza Matias —
Diretora Regional da Fetaemg / Polo Rio Doce
e Secretaria Estadual de Juventude da CTB Minas.
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— Ricardo Ferreira Ribeiro —
Doutor em Ciências Sociais em Desenvolvimento,
Agricultura e Sociedade.
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— Avelin Buniacá Kambiwá —
Mulher indígena Kambiwá, socióloga e professora. Representante do Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas.
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• 22h
Encerramento.
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SÁBADO 05 de NOVEMBRO
Praça Sete
• 9h
Instalação artística “Vida e Morte de um Rio Sagrado ”Grupo Carte-Í.
• 11h
Performance coletiva: “Grito do Watu” Rio Doce.
Cortejo a partir da Praça Sete com previsão de chegada na Praça da Liberdade às 12h.
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SÁBADO 05 de NOVEMBRO
Praça da Liberdade
• 9h às 22h
Criação, produção, intervenções e instalações.
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•11h
Teatro Infantil “A terra tremeu”, do grupo de teatro Pequi (Nanci Alves e Karine Terrinha).
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• 12h às 12h30
Chegada do cortejo “Grito do Watu/Rio Doce”.
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• 13h
Distribuição de mudas (Boi Rosado Ambiental).
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• 15h
Cosmovisão Indígena.
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• 16h
Ato sonoro.
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• 16h20
Espetáculo Assembléia Comum.
(Grupo de teatro do Espaço Comum Luiz Estrela).
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• 18h
Boi Caveira.
Irmandade dos atores da Pândega.
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• 19h30
Ato sonoro e Projeções.
Microfone aberto: palavra aberta para poetas, rappers, cidadãos.
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• 21h
Republica da Lama.
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